domingo, 21 de setembro de 2008

As 10 menores cidades do estado de São Paulo

Fala-se e escreve-se muito sobre as grandes cidades, enquanto as pequenas cidades acabam sendo esquecidas, muitas vezes, até pelos seus próprios moradores. Informações, dados e imagens dessas cidades são difíceis de se encontar na rede mundial de informações (internet) e, em livros ou periódicos empressos, mais difícil ainda.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) traz informações básica dos dados dessas pequenas cidades, algumas até com um histórico.
Minha intenção aqui é reunir essas cidades num único escrito: "As 10 menores cidades do estado de São Paulo". A maior dificuldade que encontrei foi de achar fotos dessas cidades, sendo que, de algumas, também não foi possível conseguir um histórico. Contribuições nesse sentido serão bem-vindas, se você tiver fotos ou dados históricos dessas localidades envie pelo e-mail altasvirtudes@hotmail.com divulgaresmos o nome de quem as enviou e faremos nota de agradecimento.
1º. Borá 804 habitantes. Região de Marília.




Valor adicionado na agropecuária - 2005 4.634 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 4.946 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 6.395 mil reais.

Histórico.
O povoamento da região começou por volta de 1918, com família Vedovatti.
Foi em 1923, que José da Costa Pinto, fez a doação de um alqueire de suas terras situado em área central de suas das propriedades e ali foi erguida a Capela Santo Antônio de Borá.

Tornou-se Distrito de Paz de Paraguaçu Paulista em de 31 de agosto de 1934, foi elevado à município em 1964. Além de ser a menor cidade do estado de São Paulo é, também, a menor cidade do Brasil.
2º. Nova Castilho. 1.057 habitantes. Próximo a Auriflama.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 4.393 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 6.022 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 8.036 mil reais.

Histórico.
É um município novo, criado em 27 de dezembro de 1995. Localiza-se entre os rios Tietê e São José dos Dourados.
Foi um povoado que se chamava Vila Castilho, por volta de 1925. Tornou-se Distrito de Paz de General Salgado, em 1948 com o nome de Japiúba, mas com sede em outro povoado que se chamava São Luiz, o nome atual foi adotado em 1964 e finalmente tornou-se município em 1995.
3º. Uru 1.362 habitantes. Próximo a Pongai, Cafelândia e Borborema.

Valor adicionado na agropecuária - 2005 10.170 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 2.374 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 8.283 mil reais.
4º. Santa Salete 1.390 habitantes. Região de Jales.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 6.243 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 2.219 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 7.085 mil reais.
5º. União Paulista 1.436 habitantes. Próximo a Macaubal, região de São José do Rio Preto.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 6.155 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 9.051 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 9.146 mil reais.
Histórico.
Martiniano Antônio Rodrigues doou parte de suas terras, em 1928, para que se formasse ali uma povoação. No local foi fundado, em 23 de agosto, um povoado com o nome de União, a primeira capela foi construida em 1933, foi elevado a Distrito de Paz de Monte Aprazével com o nome de Vila União em 1951, em 1960 recebeu a denominação atual e em 1964 é elevado a município.
6. Trabiju 1.441 habitantes. Região de Araraquara.
Região de Araraquara,perto de Esperança do Sul.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 4.637 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 4.536 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 7.507 mil reais.
Histórico.
Os fundadores do povoado eram ferroviária da Estrada de Ferro Douradense, de colônia ferroviário foi elevado a distrito em 1934, pertencendo ao município de
Boa Esperança do Sul. A localidade passou por uma crise por volta de 1966, quando alguns ramais da ferrovia foram desativados, mas houve pessoas que ali permaneceram e o distrito foi elevado à município em 1995.
7º. Fernão 1.457 habitantes. Próximo a Garça, região de Bauru.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 4.383 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 1.770 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 6.243 mil reais.
Histórico.
O engenheiro e explorador Eduardo de Souza Porto possuiu terras na região por volta de 1898. Suas terras eram a última referência de ocupação no centro-oete do estado de São Paulo. Nos anos de 1920, surge no local o patimômio de Nossa Senhora Aparecidada das Antas. Em 1928 foi criado o Distrito de Fernão Dias, pertencente ao município de Gália e teve a elevação à município em 1995, com o nome de Fernão.
8º. Dirce Reis 1.582 habitantes. Região de Jales.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 3.417 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 4.123 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 7.571 mil reais.
9º. Vitória Brasil 1.624 habitantes. Região de Jales.
Valor adicionado na agropecuária - 2005 4.067 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 2.208 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 7.023 mil reais.
10º. Santana da Ponte Pensa 1.654 habitantes. Região de Jales.

Valor adicionado na agropecuária - 2005 3.861 mil reais;
Valor adicionado na Industria - 2005 1.024 mil reais;
Valor adicionado no Serviço - 2005 8.660 mil reais.
Histórico.
O local foi uma enorme fazenda, A Fazenda Ponte Pensa, com trinta mil alqueires, local de criação de gado desde 1920. A vila surge em 1950, quando levantaram um cruzeiro, por essa época a região começa a ser povoada em conseqüência do avanço dos trilho da estrada de ferro.
O Dr. Hélio de Oliveira, com sua influência política, conseguiu criar o Distrito em 1953 e tornou-se município em 1964.

Fontes:
Foto de Borá. http://www.quata.com.br/qt0121.htm

Demais dados e históricos.
http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1

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